quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Idade onde os valores prosperavam
Deus estava a cima de tudo
A igreja os conhecimentos guardavam
Dentro de mosteiros com fortes escudos.
E os nobres todos reinavam

Diante de servos e camponeses
As mercadorias nas feiras circulavam
Sendo que na Corte imperava o amor cortez.

Tecnologias de guerra foram criadas
Rotas para o oriente se fez
E assim nasceram as cruzadas.
Vivemos ainda nessa época inusitada.
A mais de mil anos de acidez
Sangrando em uma grande batalha.
Rio de Janeiro, 18 de setembro de 2006.
Oriundo das longínquas terras da

Bavária, onde cresceu sobre
As mais altas montanhas.
Reverencia o deus da retribuição e é
Bom caçador por excelência.
Aos dez anos aprendeu o ofício das armas
Reconstruindo armas através de muita persistência.
Os anos se passaram e

Drusque juntou seus pertences mudando de
Reino. Lugar que é perto do mar e possui
Uma magnífica floresta para caçar.
Sempre a procura de itens maravilhosos
Quer construir um dia a espada e
Uma armadura perfeita para que
Eterna seja a sua memória.
Rio de Janeiro, 25 de agosto de 2007.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Uma Incrível história venho vos contar
Mui além do horizonte

Brigavam o Oeste e o Norte além mar...
Asas toque o violão para que eu cante!
Rogo a vós que façais silêncio
De um ritmo Medieval que se espalha
Onde predominou há um milênio

E a vós ouçais a Batalha...

Um grande Cavalariço apaixonado estava
Mui confiante saia de sua Cidadela

Vendo-o coração palpitava
Inocente Donzela que o mirava da janela.
O mal que sempre espreita
Lastimável é o seu caminhar
A vós que aguardais tão gran peleja
Ouçais o conto que está pra começar.
2005

O mais caóticos dos guerreiros e

Guardião do reino Dourado
Um grande castigo encontrará os aventureiros
É encontrar Gorfindel alterado.
Roubar em seu reino há um preço
Removem-se a mão com reluzente facão
E depois pode ser preso, ou
Inforcados todos serão.
Reinando em perfeita Harmonia
O mal não entra jamais

Guardado em ótima cantaria
O povo feliz vai vivendo em Paz.
Restaurando sua incrível história
Fizeram inúmeros retratos
Incontável fora sua Glória
Não se perderam nenhum dos fatos.
De agora em diante
Em tudo há leves fardos
Levantem, avante! Nele está o nosso amparo.
2005

O pequeno Halfling teve

Feitos de grande valor
E o maior de todos que obteve
Ilário foi matar o dragão de fedor.
Todos sabem que suas magias
Inconstantes todas são
Com focos e muitas gírias
Enroladas todas serão.
Inteligente e carismático como só
Retaguarda é o seu lugar
Ou quando no cerco a diplomacia dar nó

Nem sempre dar para se salvar
A cavalo vem trotando
Todos conhecem o matador-de-dragão e
A gora só estão aguardando
Natan armar outra grande confusão.
Rio de Janeiro, 14 de junho de 2005.
O grande Meio-Celestial

Por vários reinos socorrem
A todos das garras do mal
Luta enquanto demônios correm.
A Coragem é sua virtude
De Heroneus vem sua força
Inimigos que se cuide
Na Paz que tudo ocorra.
Os dragões já enfrentou

Nunca deixou de ser altivo
As donzelas já salvou
Também expulsou inúmeros mortos-vivos.
A batalha que houve outrora
Natanael virou Lenda
Ao despertar de cada Aurora
Esperança em todos ainda reina.
Ledo o povo onde o Mal foi embora!
Rio de Janeiro, 14 de junho de 2005.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Proporcionando o próprio prazer
Antes de tudo e de todos
No Pantheon o modo de viver é
Ter a egocentricidade a cima de todos.
Harmonizam-se com a hipocrisia
E a Heres vibra com vigor
O senado se banaliza
Na corrupção que nos causa horror.

De nós pobres mortais
O desprezo sempre ganhamos
Só se lembram que são os tais

De iludida esperança nós esperamos.
E o abismo que nos separa
União só temos através do voto
Sentado nos tronos eles nos desampara
E um dia se quisermos com voto
Senadores e deuses sairão da gandaia.
Construída com ajuda de Netuno
Imponente diante do Mar
De fortes homens armados de escudos, e
A Fama de Conquistadores do Mar.
Destruída pela Discórdia
entre um desfile de Moda

De deusas lindas e invejosas
E pelo rapto de Helena de Tróia.

Tudo já estava escrito na
Roca que compõe o Destino
O Páris nasceu para arruiná-la
Inevitável foi seu terrível destino
Aquiles surgiu para destroçá-la
.
2006

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Mágico lugar escondido
Onde moram os deuses do Olimpo
No Panteão só entram os escolhidos
Taxados por Zeus puro e limpo.
E no Olimpo existe Regalia

O Zeus manda e desmanda, e
Literalmente Hera o desafia, e
Insultos aos montes brandam.
Muita Baderna e Hipocrisia
Por todos os lados se Confraternizam
Os deuses e os Políticos são assim que se Harmonizam.
2006

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

O Guardião da Lira perdida

Bardo também eu sou
A anos foi minha partida
Resgatando as origens ainda estou.
De alguns aventureiros aproximei
Os valentes Leões Vermelhos

Grandes feitos um dia cantarei
Longa vida aos justos guerreiros!
A minha lira não é a de Hermes
Uma boa música aos meus companheiros
De uma amizade verdadeira não prevalece a Heres!
Incosciente volto a buscar
O item perdido que queres
Somente a Parnasos um dia retornar.
Rio de Janeiro, 13 de julho de 2005.
Olhando para o nascer da Aurora

Majestoso monte avisto
Onde o Arco de Apolo outrora
Num esplendor nunca vista.
Também encontra-se a Lira
Ermes, o deus, quem a fez

Pura melodia que acalma a Ira
Amansa o Mar de uma só vez.
Roubaram o belo Instrumento!
Não se sabe quem o fez
Ah, quão grande lamento!
Sou eu o Bardo que irá buscá-la,
O malfeitor que fique atento:
Seja maldito quem a roubara!
Rio de Janeiro, 13 de julho de 2005.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Iluminada Época Dourada
Donde Deuses e Homeros reinavam
A Sabedoria que com todos caminhavam
Deixou influência em nossa vida agitada.
E na Arquitetura que não se compara.

A Democracia também lá se criou
Nas Leis o Cidadão se compara
Tamanha Filosofia enraizou.
Imenso foi o Conhecimento que de ti nasceu
Grandes Lendas de ti emanou
Ainda na História brilha o seu Apogeu.
2006

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Dèjá VU


Claudionor saiu em um dia ensolarado. Cumprimentou seus visinhos, despediu-se de sua cadelinha Fifi, olhou para uma mulher que passava muito a vontade dentro de sua micro saia com o seu cãozinho. De repente, ela se abaixa para pegar algo e Carmem grita:

— Querido! Não vai se atrasar para o trabalho!

Meio desnorteado, ela fala:

— Não, não clara que não!

E a muito custo consegue abrir a porta de seu táxi.

No meio do trânsito infernal da rua Barão de Itapajipe, Claudionor começou a sentir falta de ar, pára o carro e pede ajuda. Por sorte havia um policial que tentava organizar o fráfego, socorre o taxista levando-o para o hospital Casa de Portugal.

Ao examiná-lo, o médico diagnosticou uma estafa física e falou:

— O senhor necessita de repouso absoluto. Nada de comer carne vermelha, nem consumir bebida alcoólica e muito menos se estressar.

Chegando em casa, Carmem leva um susto:

— O que aconteceu!?

O policial fala:

— Seu marido passou mal. Aqui está os seus documentos e agora tenho que ir.

Depois de agradecer o policial, Carmem leva o seu marido ao quarto para tomar banho e repousar.

Carmem aparece com uma bandeja e fala:

— Vim trazer o seu lanchinho.

Claudionor olha a faca no centro da bandeja e grita:

— O que é isso!?

— Amorzinho, vim te dar o que você merece.

Ele em pânico fala:

— O que eu fiz!?

— Calma querido, você não pode ficar nervoso. É melhor você perguntar o que não fez Claudionor.

Em fração de segundos, Carmem esfaqueia seu esposo e ele acorda com a dor das facadas em seu peito.

Sua esposa aparece no quarto com a faca na mão e pergunta sorrindo:

— Deseja alguma coisa querido?

Claudionor ao ver a faca grita:

— Eu não fiz nada! Sou inocente! Eu não queria olhar!

E corre para a cozinha.

E Carmem fala:

— Vou para a cozinha terminar o meu serviço.